quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A listinha

Antes que eu me esqueça: muito obrigado pelo apoio de todos vocês! A peça foi um sucesso! Me enchi de orgulho quando vi o resultado. Não foi fácil não, gente. Domingos e terças-feiras de ensaio super estressantes, com o tempo corrido, tentando conciliar teatro e vida real. Mas, enfim, valeu a pena. E claro que não podia deixar de agradecer à maravilhosa equipe, que ajudaram tanto dentro quanto fora do palco! Tudo isso só aconteceu com a força e determinação de vocês! Obrigado!
Vai aí uma fotinha para vocês conferirem!








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Hoje acordei e me deu uma vontade louca de tomar capuccino. Eu não tenho muito esse costume e nem sou tão chegado em cafeína assim.
Mas, quando me vi tomando aquela xícara desesperadamente, notei que tinha alguma coisa esquisita. E bota esquisita nisso.



É, gente, acordei feliz. E não sei por quê (lembram da bipolaridade, né?). Só sei que foi bom e muito bom. Será por causa das férias? Provavelmente.
Tirando os workaholics (aquelas pessoas que amam trabalhar e trocam suas férias por mais alguns dias no escritório), todo mundo não vê a hora de o patrão, professor ou sei-lá-quem virar e falar: “você está de férias!”.
Aiaiai, mesmo sendo as minhas últimas “pós-escola”, não posso negar que a fase deprê descrita no post abaixo passou e (olha a bipô de novo), agora, estou tentando aproveitar cada segundo das minhas tão esperadas férias! VIVA O ÓCIO!




Com esse período mara-e-tão-adorável de nossas vidas, vem aquele gostinho de natal e Ano Novo. Época em que paramos pra pensar em tooooodos os podres que fizemos durante o ano, ligamos para fulano, ciclano e beltrano pedindo desculpas por aquela cagada, ajudamos a vovó a atravessar a rua, prometemos ser pessoas melhores (mesmo sempre ficando só na promessa) e, claro, pegamos papel e caneta para fazermos aquela listinha de “coisas a fazer” ou desejos para 2009.
Eu sempre deixo pra começar a minha lá pelo dia 22, 23 de dezembro. E, confesso, que não há sensação melhor do que olhar para aquele papel todo amassado, meio amarelado, no fundo da primeira gaveta da escrivaninha, ou na gaveta de cuecas, no final do ano, e ver que você conseguiu realizar T-O-D-O-S os desejos! Mas tem que ser todos, senão não vale. Aí é a hora de se olhar no espelho e dizer: “você é o cara, Abner!”.
Definitivamente, não há sensação melhor do que a de poder fazer o que quiser, de não passar vontade, de fazer acontecer.
Mas, por favor, não façam desejos do tipo ir à Lua para uma visitinha básica e nem pegar elevador uma vez por mês. Não pode ser impossível nem tão fácil demais.
Enfim, fica minha dica de fim de ano: a listinha!


Corram e peguem suas canetas!


E sejam criativos, claro.